ETS E OVNIS
O fato ocorreu na noite de 18 de maio de 1986, prolongando-se até a madrugada do dia 19. Cerca de vinte óvnis foram detectados pelos radares do Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (Cindacta I), com sede em Brasília.
Os primeiros relatos de avistamentos tiveram início às 18h30, notabilizando-se as observações do 2S QSS BCT Sérgio Mota da Silva (1957), operador na Torre de Controle do Aeroporto de São José dos Campos (TWR-SJ), em São Paulo. Ele comunicou à patrulha observar um luzeiro sobre o setor noroeste do aeródromo:
“Tem alguma coisa aqui no setor noroeste de São José. Um farolzinho, pô, mas... eu tô olhando bem, o bicho tá parado: nem sobe nem desce, não vai pra esquerda nem pra direita, tá paradinho lá. Não, tô olhando, não é estrela não. É um farol. Não dá... não dá pra distinguir nada, é só um foquinho de luz. Esquisitinho. Tá alto. Agora sumiu na bruma.”[2]
O surgimento de novos óvnis, e dinâmicos, levou o chefe do Centro de Operações de Defesa Aérea (CODA), Maj Av Ney Antunes Cerqueira (1949-2014), a ordenar duas operações de interceptação por caças F-5E Tiger II e Dassault Mirage III, uma partindo da Base Aérea de Santa Cruz (BASC), no Rio de Janeiro, e outra da Base Aérea de Anápolis (BAAN), em Goiás. Ao todo, cinco caças foram enviados: dois F-5E da BASC e três Mirage F-103 da BAAN.
Tentativas de interceptação
O voo de Kleber Caldas Marinho sobre o mar
O primeiro caça, um F5-E, prefixo FAB 4848, decolou da BASC às 22h34, pilotado pelo 1º Ten Av Kleber Caldas Marinho (1960). Nas comunicações por rádio, a aeronave era referida pelo codinome Jambock 17 (JB17). O piloto decolou com o radar desligado e as luzes de navegação apagadas, sendo orientado a manter-se assim. À velocidade constante de Mach 0.7 (864,36 km/h), ele foi guiado por um controlador de voo do COpM 1 até São José dos Campos, onde havia ecorradares. Em menos de dez minutos, Marinho fez contato visual com um óvni cintilante e, na maior parte do tempo, branco, mas que por vezes mudava de cor para vermelho e verde. O militar acendeu as luzes de navegação do avião e aumentou a velocidade para Mach 0.95 (1.173,06 km/h). Contudo, a menor distância que conseguiu ficar do objeto foi de 10 milhas náuticas (18,52 km), e isso apenas por breves momentos. Aos trinta minutos de perseguição, avançando sobre o Oceano Atlântico cada vez mais, Marinho comunicou à Defesa Aérea as percepções que tinha do alvo: “Eu estou informando que, aparentemente, não deve ser uma aeronave, oquei? Ou um avião, devido à performance dele no que diz respeito à velocidade, oquei, e também pelo local que ele está voando, oquei?”Logo depois, o alvo distanciou-se rapidamente, ficou fora do alcance do radar de bordo do F-5, limitado a 20 milhas (37,04 km), e escapou em direção à África.
Armindo Sousa Viriato de Freitas e os óvnis hipersônicos
O segundo caça, um Mirage F-103 com o prefixo FAB 4913 e codinome Jaguar 116 (JG 116), decolou da BAAN às 22h48, pilotado pelo capitão-aviador Armindo Sousa Viriato de Freitas (1956). Após as devidas transferências de controle, a aeronave foi vetorada para um ponto detectado pelo radar do APP-AN, que transmitia as informações ao COpM 1 e este as retransmitia ao piloto. Esse procedimento foi adotado em virtude de não estar sendo visualizado nenhum ecorradar nos equipamentos do COpM 1. O piloto, após voar sete minutos a velocidade subsônica, foi informado da detecção de um plote 13 milhas náuticas (24,07 km) à frente. O radar do avião também acusou o alvo. Viriato de Freitas apagou as luzes de navegação e tentou a aproximação, conseguindo ficar, aos dezoito minutos de voo, a apenas 1 milha náutica (1,85 km) do alvo, quando o ponto inexplicavelmente desapareceu da tela do radar de bordo. Orientado, Freitas realizou uma varredura de 360° na região, e um novo plote apareceu no radar a 12,5 milhas (23,15 km) de distância. Acelerando para Mach 0.9 (1.111,32 km/h), o aviador conseguiu reduzir o distanciamento para 10 milhas (18,52 km); por instantes, a separação entre o caça e o óvni voltou a aumentar, mas logo diminuiu para 5 milhas náuticas (9,26 km), quando o objeto acelerou bruscamente e ampliou, em segundos, a lonjura para 21 milhas náuticas (38,89 km), ficando, dessa forma, fora do alcance do radar do interceptador. O capitão ainda repetiu o feito de ficar a apenas 1 milha náutica (1,85 km) de outro óvni, após acelerar e atingir a velocidade supersônica de Mach 1.05 (1.296,54 km/h), mas o objeto também acelerou e rapidamente desapareceu. Apesar da proximidade obtida, o caçador nada viu a olho nu. Perto do fim do voo, frustrado, Freitas perguntou ao controlador se os outros caçadores estavam tendo os mesmos contatos, nas mesmas circunstâncias, o que foi confirmado pelo interlocutor: “Afirmativo. As mesmas condições: tem um contato, chega próximo do contato e o mesmo aumenta a distância.”
Márcio Brisolla Jordão e a interferência no radar
O terceiro caça, um F5-E com prefixo FAB 4849 e codinome Jambock 07 (JB 07), decolou da BASC às 22h50, pilotado pelo capitão-aviador Márcio Brisolla Jordão (1957). Nas comunicações por rádio, o controlador de voo identificou-se como Lince 45 e enviou Brisolla Jordão para investigar uma série de plotes registrados no radar. Com menos de dez minutos de vetoração, surgiram numerosos tráfegos imóveis à cauda da aeronave, à qual foi comandada uma curva de 180º pela direita, não sendo obtido, porém, nenhum contato visual ou do radar de bordo.
As buscas foram feitas inicialmente em Santa Cruz e depois em São José dos Campos, sem que nada de anormal fosse observado pelo piloto, apesar da noite clara, sem nuvens e com uma lua cheia. As detecções eram intermitentes e simplesmente desapareciam com a aproximação do caça ao local indicado. Após meia hora de voo, o capitão notou uma luz vermelha ao longe, a menor altitude e próxima a São José dos Campos. O controlador confirmou detecção. Jordão tentou chegar perto, mas o plote sumiu do radar de solo e a luz apagou momentos depois. Quase imediatamente, ele viu duas outras luzes, uma fixa e outra piscando, de cor branca, mas concluiu serem os luzeiros provenientes de uma estação no solo provida de alguma antena alta equipada com duas lâmpadas anticolisão.
No sul de São José dos Campos, o aviador adentrou uma zona mais sujeita a detecções de plotes, e o radar de bordo passou a apresentar uma série de riscos no escope, conforme informou ao controlador: “Na tela do radar, aparecem uns riscos tarjados assim, meio em diagonal. Não é normal, assim.” O problema persistiu até o avião sair da zona mencionada.
Pouco depois, conforme consignou em parte lavrada em Santa Cruz no dia 28 de maio de 1986, Jordão avistou uma luz vermelha na linha do horizonte, no sentido do mar. Comunicou à Defesa Aérea e o controlador confirmou o contato, instruindo-o a tentar a interceptação, o que foi feito sem sucesso. Por estar com o combustível começando a escassear, Jordão retornou para Santa Cruz, pousando à 0h05 de 20 de maio. Ao todo, a aventura durou 75 minutos, das 22h50 à 0h05.
Rodolfo da Silva Souza e o óvni inteligente
O quarto caça, um Mirage F-103 com codinome Jaguar 98, decolou da BAAN às 23h17, pilotado pelo capitão-aviador Rodolfo da Silva Souza (1954). Souza foi guiado por um controlador do COpM 1 até as posições estimadas do alvo e por diversas vezes chegou perto ou mesmo passou pelo plote indicado pelo radar do APP-AN. Curiosamente, o contato duplo, do caça e do óvni, era observado apenas pelo APP-AN, jamais pelo COpM 1. Após algumas tentativas frustradas de interceptação, sem nunca obter contato visual ou pelo radar de bordo, o aviador comentou com o controlador: “Eh... com certeza, se for um alvo real, ele não tá iluminado, ok? Tá... tá escuro, porque... eu tô praticamente visual com o solo.” O óvni demonstrava manobrar de maneira inteligente, evitando o caça. Em certo momento, o controlador percebeu o padrão de fuga adotado e informou ao caçador: “Oquei, garoto, o plote está sempre às suas 6 horas, ok? Quando você faz curva, ele tá sempre fazendo curva à sua frente, ele vem pra cima de você, passa na sua vertical em cima ou em baixo – nós não temos condições de detectar a altitude – e fica na sua cauda o tempo todo. Quando você faz curva, ele some da posição e aparece sempre na sua frente.” Ciente disso, Souza apagou as luzes de navegação do avião; mesmo assim, uma nova tentativa de interceptação não foi exitosa. O caçador recebeu instruções para o regresso. Após o pouso, ocorrido à 0h07, Rodolfo da Silva Souza perguntou aos mecânicos de pista se haviam visto ou ouvido qualquer coisa diferente de um F-103 sobrevoando a base de Anápolis ou as imediações. A resposta foi negativa. Da decolagem à aterrissagem, o voo durou 50 minutos, das 23h17 de 19 de maio até a 0h07 de 20 de maio.
As tentativas de Júlio Cézar Rozenberg
O quinto e último caça, um Mirage F-103 decolou da BAAN às 23h36, pilotado pelo capitão-aviador Júlio Cézar Rozenberg (1954). Por três vezes, Rozenberg foi deslocado para interceptar um alvo que estava evoluindo nas proximidades da BAAN. Chegou a ficar à distância de 1 milha náutica (1,85 km) do óvni, sem nunca obter contato radar ou visual. O voo durou ao todo 54 minutos, das 23h36 de 19 de maio de 1986 à 0h30 do dia seguinte.
Coletiva de imprensa
No dia 23 de maio de 1986, o então Ministro da Aeronáutica, o Ten Brig Ar Octávio Júlio Moreira Lima, deu uma entrevista coletiva à imprensa, juntamente com os pilotos dos caças, confirmando os acontecimentos, por isso os eventos daquela noite ficaram conhecidos como "Noite Oficial dos Óvnis".[3]
Liberação de documentos
Em 25 de setembro de 2009, foi divulgado o relatório oficial da Força Aérea Brasileira sobre o caso, que diz: "Como conclusão dos fatos constantes observados, em quase todas as apresentações, este Comando é de parecer que os fenômenos são sólidos e refletem de certa forma inteligência, pela capacidade de acompanhar e manter distância dos observadores, como também voar em formação, não forçosamente tripulados."[4]
Em outubro de 2015, o Arquivo Nacional disponibilizou gratuitamente 16 áudios da chamada 3ª remessa do "Fundo Óvnis" (denominação para o acervo de documentos relativos à ovniologia disponibilizados através da Lei de Acesso à Informação), entre as quais constam oito gravações das conversas entre pilotos e controladores aéreos, assim como o sistema de defesa brasileiro, na noite de 19 de maio de 1986. Nos áudios fica claro que dezenas de objetos foram captados por radar, várias vezes foram observados e perseguidos pelos pilotos, demonstrando comportamentos inusitados durante todo o episódio
CASO ROSWELL
No dia 8 de julho de 1947, Walter Haut, o porta-voz da Base Aérea de Roswell, na altura comandada pelo coronel William Blanchard, distribuiu o seguinte comunicado de imprensa]
- "Os diversos boatos relativos ao disco voador tornaram-se ontem uma realidade quando o setor de informação do 509º Grupo de Bombardeio da VIII Força Aérea, Aeroporto Militar de Roswell, teve a sorte de tomar posse de um disco, graças à cooperação de um fazendeiro local e do gabinete do xerife do condado de Chavez.
- O objeto voador pousou em uma fazenda das proximidades de Roswell no decorrer da semana passada. Como não tinha telefone, o fazendeiro guardou o disco até poder entrar em contato com o gabinete do xerife, que por sua vez notificou o Major Jesse A. Marcel, do Setor de Informação do 509º Grupo de Bombardeio.
- Providenciou-se imediatamente para que o disco fosse recolhido na residência do fazendeiro. Examinado na Base Aérea Militar de Roswell, foi mais tarde confiado pelo Major Marcel às autoridades competentes".
Na localidade de Roswell, Novo México, o jornal Roswell Daily Record logo publicou em primeira página a notícia de que o 509º Grupo de Bombardeiros da então Força Aérea do Exército dos EUA havia tomado posse dos destroços de um disco voador.[10] A notícia causou rebuliço na cidade, mas já no dia seguinte, em Fort Worth, a Força Aérea (e os jornais) desmentiram a história, afirmando que os restos eram apenas de um balão meteorológico.[11]
Os destroços haviam sido encontrados originalmente por um fazendeiro chamado William "Mac" Brazel. Nos primeiros dias de Julho de 1947, (provavelmente a 3) teria havido uma grande tempestade local, e algumas testemunhas afirmam ter ouvido um estrondo , entre os trovões, que não lhes era semelhante. [12] Numa data incerta após a tempestade, W. Brazel, enquanto andava a cavalo com Timothy, de sete anos de idade, um filho de vizinhos seus, deparou-se, a cerca de doze quilómetros do rancho em que vivia, com uma série de destroços. [13] [14]Brazel estava acostumado a encontrar restos de balões meteorológicos, mas este era diferente. Estava espalhado por uma área bastante grande e não tinha as habituais instruções para devolução âs entidades oficiais. Os animais evitavam a área.[15]
Brazel e o jovem Timothy levaram algum desse material, e foram contando do achado a vários vizinhos e conhecidos. A 4 de Julho, fragmentos já passavam de mão em mão em Corona. Durante alguns dias, muitos se deslocaram ao local da descoberta para levar consigo um dos pedaços dos estranhos materiais.[16]
Alguns jornais estariam a oferecer até três mil dólares por uma prova dos chamados "discos voadores",[17] assunto que estava causando furor na imprensa devido às declarações do piloto Kenneth Arnold feitas duas semanas antes. Arnold relatou que, ao sobrevoar o Oregon, avistou o que seriam nove aeronaves, sem caudas visíveis, em forma de crescente, e voando em formação a grande velocidade, e descreveu o seu movimento irregular como o de pires deslizando na superfície de um lago. [18][19]A imprensa logo cunhou o tal termo "disco voador", excitando as imaginações, o que estimulou quase mil relatos de avistamentos de naves extraterrestres nas semanas seguintes [20]—hoje alguns sustentam que o que Arnold viu foram, na verdade, pássaros migrando. [21]
No dia 6 de julho de 1947, Brazel dirigiu-se até a delegacia do xerife George Wilcox, no Condado de Chaves, levando alguns dos destroços, e informando-o de que teria talvez encontrado os restos de um disco voador. [22]O xerife telefonou para a base aérea de Roswell, que enviou o major Jesse Marcel, do 509.º Grupo de Bombardeiros, juntamente com o capitão Sheridan Cavitt, para analisarem os destroços.[22] Os destroços teriam sido transportados para a base de Fort Worth. [carece de fontes] Enquanto isso o comunicado à imprensa da Força Aérea deu origem à manchete do "Roswell Daily Record" do dia 8. No dia seguinte, o exército norte-americano tratou de desmentir a sua versão do disco voador, afirmando que afinal os destroços encontrados eram de um balão meteorológico. Donald R. Schmitt e Thomas J. Carey perguntam-se como foi possível que oficiais altamente treinados e experientes confundissem um instrumento meteorológico convencional com um objecto que eles concluíram ser um verdadeiro "disco voador". Os materiais do balão - borracha , folha reflectora, paus de madeira, fita adesiva, e cordel - seriam facilmente identificáveis.
ET DE VARGINHA
As criaturas
Segundo relatos da mídia, a criatura foi avistada por três mulheres de 14 a 21 anos: as irmãs Liliane e Valquíria Fátima Silva, e sua amiga Kátia Andrade Xavier. Elas alegadamente viram a criatura na tarde de 20 de janeiro de 1996: Um bípede de cerca de 1,6 metros de altura, com uma cabeça grande e corpo muito fino, com pés em forma de V, pele marrom e grandes olhos vermelhos. Parecia estar trêmula ou instável, e as garotas achavam que estava ferida ou doente.
As irmãs Silva disseram que fugiram e disseram à mãe que tinham visto o "diabo". A mulher não acreditou nelas até que foi para a área onde elas supostamente tinham visto a criatura, e notou que o local tinha um cheiro forte de amônia, e não encontrou nada além de seus passos e um cachorro cheirando o lugar.[3] Depois de relatar seu conto à família e amigos, rumores começaram a se espalhar por toda a cidade sobre avistamentos de OVNIs e criaturas alienígenas sendo abduzidas pelas forças militares. Dois dias depois, outra criatura teria sido encontrada deitada ao longo de uma estrada. Três caminhões militares foram supostamente enviados para recuperá-lo.
Uma criatura similar teria sido vista no zoológico local pelo zelador. Nos meses seguintes, três animais misteriosamente morreram.
Aparições de OVNIs
Oralina e Eurico de Freitas, proprietários de uma fazenda na cidade, alegam terem visto um OVNI pairando sobre seu gado. Oralina foi atraída pela agitação súbita em seus animais e, após verificar o que estava perturbando seu rebanho, viu o objeto voador. O objeto supostamente pairava sobre seu campo por 40 minutos
Concluiu-se que, da leitura atenta ao livro, verificou-se apenas pesquisas pseudo-científicas e descrições de caráter sensacionalista, baseadas em provas testemunhais de credibilidade duvidosa[15].
Que toda a história orbita no avistamento de uma criatura, feita por três meninas, no Jardim Andere, durante chuva intensa e ventos fortes, que levaram os bombeiros a vários atendimentos na região. Que o Comandante do 24o Batalhão de Policia Militar “apresentou fotografias (...) de um cidadão conhecido como Mudinho, que provavelmente apresenta algum desvio mental e cujas características físicas puderam ser posteriormente evidenciadas no estudo fotográfico de simulação (...) tornam mais provável que a hipótese de que este cidadão, estando provavelmente sujo, em decorrência das fortes chuvas, visto agachado junto a um muro, tenha sido confundido, pelas três meninas aterrorizadas, como uma criatura do espaço.”[15].
O encarregado do IPM, tenente-coronel Lúcio Carlos Finholdt Pereira declarou:
“Dessa maneira, a presença dos Bombeiros no Jardim Andere, o estacionamento de caminhões do Exército na proximidades da concessionária onde seria realizada sua manutenção periódica, como consta nas Fl Nr 219, 262, 269 e 272, e a ida de viaturas EsSA à localidade de Jaguariúna-SP para buscar forragem para os cavalos arraçoados, conforme o disposto nestes autos à Fl Nr 262 e 302, foram fatos reais, que na concepção do autor - sob a forma entusiasmada de denúncia -, interpretou-se como sendo elementos do Corpo de Bombeiros e da Escola de Sargentos das Armas que tivessem participado da captura, e posteriormente do transporte da suposta criatura para Campinas.”.
A conclusão do IPM foi de que a obra era de caráter ficcional, e que apesar da ingenuidade, não existiu prática de crime
Conclusão
Concluiu-se que, da leitura atenta ao livro, verificou-se apenas pesquisas pseudo-científicas e descrições de caráter sensacionalista, baseadas em provas testemunhais de credibilidade duvidosa[15].
Que toda a história orbita no avistamento de uma criatura, feita por três meninas, no Jardim Andere, durante chuva intensa e ventos fortes, que levaram os bombeiros a vários atendimentos na região. Que o Comandante do 24o Batalhão de Policia Militar “apresentou fotografias (...) de um cidadão conhecido como Mudinho, que provavelmente apresenta algum desvio mental e cujas características físicas puderam ser posteriormente evidenciadas no estudo fotográfico de simulação (...) tornam mais provável que a hipótese de que este cidadão, estando provavelmente sujo, em decorrência das fortes chuvas, visto agachado junto a um muro, tenha sido confundido, pelas três meninas aterrorizadas, como uma criatura do espaço.”[15].
O encarregado do IPM, tenente-coronel Lúcio Carlos Finholdt Pereira declarou:
“Dessa maneira, a presença dos Bombeiros no Jardim Andere, o estacionamento de caminhões do Exército na proximidades da concessionária onde seria realizada sua manutenção periódica, como consta nas Fl Nr 219, 262, 269 e 272, e a ida de viaturas EsSA à localidade de Jaguariúna-SP para buscar forragem para os cavalos arraçoados, conforme o disposto nestes autos à Fl Nr 262 e 302, foram fatos reais, que na concepção do autor - sob a forma entusiasmada de denúncia -, interpretou-se como sendo elementos do Corpo de Bombeiros e da Escola de Sargentos das Armas que tivessem participado da captura, e posteriormente do transporte da suposta criatura para Campinas.”.
A conclusão do IPM foi de que a obra era de caráter ficcional, e que apesar da ingenuidade, não existiu prática de crime
Concluiu-se que, da leitura atenta ao livro, verificou-se apenas pesquisas pseudo-científicas e descrições de caráter sensacionalista, baseadas em provas testemunhais de credibilidade duvidosa[15].
Que toda a história orbita no avistamento de uma criatura, feita por três meninas, no Jardim Andere, durante chuva intensa e ventos fortes, que levaram os bombeiros a vários atendimentos na região. Que o Comandante do 24o Batalhão de Policia Militar “apresentou fotografias (...) de um cidadão conhecido como Mudinho, que provavelmente apresenta algum desvio mental e cujas características físicas puderam ser posteriormente evidenciadas no estudo fotográfico de simulação (...) tornam mais provável que a hipótese de que este cidadão, estando provavelmente sujo, em decorrência das fortes chuvas, visto agachado junto a um muro, tenha sido confundido, pelas três meninas aterrorizadas, como uma criatura do espaço.”[15].
O encarregado do IPM, tenente-coronel Lúcio Carlos Finholdt Pereira declarou:
“Dessa maneira, a presença dos Bombeiros no Jardim Andere, o estacionamento de caminhões do Exército na proximidades da concessionária onde seria realizada sua manutenção periódica, como consta nas Fl Nr 219, 262, 269 e 272, e a ida de viaturas EsSA à localidade de Jaguariúna-SP para buscar forragem para os cavalos arraçoados, conforme o disposto nestes autos à Fl Nr 262 e 302, foram fatos reais, que na concepção do autor - sob a forma entusiasmada de denúncia -, interpretou-se como sendo elementos do Corpo de Bombeiros e da Escola de Sargentos das Armas que tivessem participado da captura, e posteriormente do transporte da suposta criatura para Campinas.”.
A conclusão do IPM foi de que a obra era de caráter ficcional, e que apesar da ingenuidade, não existiu prática de crimeConcluiu-se que, da leitura atenta ao livro, verificou-se apenas pesquisas pseudo-científicas e descrições de caráter sensacionalista, baseadas em provas testemunhais de credibilidade duvidosa[15].
Que toda a história orbita no avistamento de uma criatura, feita por três meninas, no Jardim Andere, durante chuva intensa e ventos fortes, que levaram os bombeiros a vários atendimentos na região. Que o Comandante do 24o Batalhão de Policia Militar “apresentou fotografias (...) de um cidadão conhecido como Mudinho, que provavelmente apresenta algum desvio mental e cujas características físicas puderam ser posteriormente evidenciadas no estudo fotográfico de simulação (...) tornam mais provável que a hipótese de que este cidadão, estando provavelmente sujo, em decorrência das fortes chuvas, visto agachado junto a um muro, tenha sido confundido, pelas três meninas aterrorizadas, como uma criatura do espaço.”[15].
O encarregado do IPM, tenente-coronel Lúcio Carlos Finholdt Pereira declarou:
“Dessa maneira, a presença dos Bombeiros no Jardim Andere, o estacionamento de caminhões do Exército na proximidades da concessionária onde seria realizada sua manutenção periódica, como consta nas Fl Nr 219, 262, 269 e 272, e a ida de viaturas EsSA à localidade de Jaguariúna-SP para buscar forragem para os cavalos arraçoados, conforme o disposto nestes autos à Fl Nr 262 e 302, foram fatos reais, que na concepção do autor - sob a forma entusiasmada de denúncia -, interpretou-se como sendo elementos do Corpo de Bombeiros e da Escola de Sargentos das Armas que tivessem participado da captura, e posteriormente do transporte da suposta criatura para Campinas.”.
A conclusão do IPM foi de que a obra era de caráter ficcional, e que apesar da ingenuidade, não existiu prática de crime
OVNI DE MAGÉ
O Caso Magé foi um avistamento do fenômeno OVNI ocorrido nos dias 12 e 13 de maio de 2020, na cidade de Magé, região metropolitana no Rio de Janeiro, onde por volta das 22:40 até as 2:00 moradores da cidade gravaram videos, e compartilharam em suas redes sociais, os quais mostravam diversas luzes estranhas de diferentes cores no céu da cidade, desde objetos circulares, até também clarões de forte intensidade ocorrendo ao fundo no horizonte
Teorias da Conspiração
Possivel queda
Algumas pessoas começaram a formular uma teoria da conspiração de que um dos OVNI teria caido no distríto de Pau Grande[4][5], nas próximidades da fábrica da IMBEL, aonde helicopteros das Forças Armadas Brasileiras teriam recolhido a alegada espaçonave acidentada. Nenhum comunicado das referidas autoridades foi relatado.
Acobertamento do Google
Também foi veiculado em alguns vídeos de que o Google teria censurado imagens das coordenadas referentes ao local aonde o OVNI teria colidido[6], o que foi prontamente desmentido em função da atualização das imagens do aplicativo não ser realizada em tempo real.
Possiveis explicações
Planeta Vênus
De acordo com o ufólogo Marco Antonio Petit, as filmagens seriam avistamentos do planeta Vênus e de alguns satélites artificiais como a rede Starlink
Testes de munição e acidente com explosivos
Outra possivel explicação para o caso, em especial dos clarões, foram possiveis testes realizados pela Fábrica Estrela da IMBEL com armamentos explosivos. A hípotese ganhou força devido a um falecimento de um dos funcionários da empresa na data em questão devido a um acidente não sabemos o dia nem hora
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